sábado, 31 de dezembro de 2022

CTL/C-CTL/Z - COPIA E COLA DE SUCESSO É SUCESSO?

É comum vermos boas ideias sendo copiadas. Boas histórias sendo plagiadas.
Os conceitos de Superman e Batman geraram várias cópias e "homenagens".
Algumas das músicas de grande sicesso de bandas famosas são plágios.
No cinema apareceram personagens marcantes que estimularam a criação de outros memoráveis.
Em suma, "nada se cria, tudo se copia".
E isso se aplica também na Igreja. Infelizmente.
Em II Timóteo 4:1-4, Paulo adverte a seu pupilo:

2 Timóteo 4

1 CONJURO-TE, pois, diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino,
2 que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.
3 Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;
4 e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.

A deterioração, seguindo o curso natural, começa devagar e vai avançando lentamente, de forma quase imperceptível, sem que prestemos qualquer atenção e, quando percebemos, pode já ser tarde.
Usemos como exemplo uma porta de lata. Alguns pontos de ferrugem surgem na base da porta, mas não damos atenção porque são apenas pequenos pontos marrons, adiando o reparo indeterminadamente.
Por não darmos atenção ao problema, eles vão crescendo até o ponto de nos incomodar e tentarmos reparar o problema,  e é aí que descobrimos que a extensão dos danos era maior do que imaginávamos. Por quê? Porque a tinta encobria boa parte da deterioração.
A Igreja está se deteriorando há tempos.
No início do século XX, O pastor Essek M. Kenyon (1867-1948) plantou as sementes do que mais tarde seria chamado de Teologia da Prosperidade, que afirma que Deus, preso à sua Palavra, se vê obrigado a prover seu povo de bençãos financeiras e saúde por meio da fé e de confissões positivas. Mas ela se tornou mundialmente conhecida pelas pregações de Kenneth Hagin (1917-2003).
O sucesso de Hagin foi tamanho que, apesar das controvérsias e de toda a resistência de pastores sérios, se espalhou pelo mundo como fogo sobre mato seco.
No Brasil, um dos seus maiores representantes foi a igreja Renascer em Cristo.
Nos cultos dessas igrejas, é normal ocorrerem duas pregações, sendo a primeira chamada de ministração de dízimos e ofertas, e a segunda de "Palavra". Às vezes a "ministração de dízimos e ofertas" assume papel de maior importância ou é complementada pela segunda pregação, tendo tempo igual ou maior  ainda que a"palavra".
Mas como nada dura para sempre, a teologia da prosperidade foi perdendo a força, mas não morreu, apenas se metamorfoseou, tomando a forma do que hoje é denominada "teologia coach", que prega um deus de amor incondicional, que não aplica sua justiça, muito diferente do Deus da Bíblia.
Cretos pastores, como Rodrigo Mocelin, firmaram que as pregações de pastores coach, como Deive Leonardo, entre outros, com suas vozes doces e mensagens de consolo e encorajamento, estão anestesiando os cristãos enquanto caminham em direção à perdição.
Estas duas teologias heréticas se mantém firmes porque conquistaram a simpatia popular, mas a aceitação pública não significa que sejam corretas, como prova a troca de Jesus por Barrabás.
Elas se alastraram como praga nas igrejas que parecem ter se esquecido que sua principal função é pregar o evangelho de Jesus Cristo para salvar almas da perdição eterna.
Os ensinos da "teologia da prosperidade" contaminou um número gigantesco de igrejas, em sua maioria, pentecostais, gerando um novo movimento, o Neopentecostalismo.
Além da teologia da prosperidade, outros "fogos estranhos" permearam o seio da Igreja. Todo tipo do que chamam de "mover do Espírito", traduzido por revelações e profecias, falar em línguas no meio do culto, em alguns casos até atrapalhando a pregação, movimentos como rodopiar, pular em só pé, correr pela igreja e outras coisas mais chocantes.
É preciso enfatizar que algumas dessas coisas têm respaldo bíblico, mas não todas e não de qualquer jeito, como ocorre com frequêncica em muitas denominações.
Há alguns anos surgiram as "campanhas", que geralmente são um determinado número de cultos, na maioria dos casos, um por semana, que podem ir de três a nove semanas, podendo variar de acordo com o tema escolhido.
Não é uma doutrina bíblica, mas é baseada em interpretações equivocadas de algumas passagens bíblicas, como as sete voltas nos muros de Jericó.
Quando questionados, os pastores adeptos do método costumam afirmar que as campanhas são uma "técnica" para atrair pessoas.
Mas que tipo de pessoas?
Jesus alertou sobre o joio e o trigo. Disse que não deveríamos tentar arrancar o trigo para não acontecer de arrancarmos junto o trigo, mas as igrejas atuais estão fazendo justamente o contrário. Estão atraindo o joio e, em muitos casos, contaminando e até expulsando o trigo. Por quê?
Porque a igreja precisa estar cheia, não do Espírito Santo, mas de pessoas.
Pessoas que paguem pelo espetáculo. Pessoas que queiram participar, se sujeitando a ser "vaso", seja do "Espírito Santo" ou dos "demônios" - as palavras estão entre áspas porquen na maioria das vezes a se trata aoenas de encenação. Não importa o papel, o importante é atuar, fazer parte do show.
Mas, e a verdade? A verdade esvazia os bancos. Porque é incômoda. Porque nos desnuda diante do espelho, e a imagem que vemos de nós mesmos nos causa vergonha, nojo, até, e é infinitamente mais fácil ignorarmos nosso verdadeiro estado do que tentarmos consertá-lo. E é aí que entra a teologia coach, que prega um deus de amor, só de amor, dependente da sua pessoa, que faria de tudo para te ver feliz, inclusive perdoar seus pecados sem seu arrependimento, encaminhando, assim, muitos que se enganam, ao inferno.
Salvação? A volta de Jesus? Não precisa se preocupar, afinal tudo Isso já está incluso no pacote. É claro que as Escrituras ensinam que devemos lutar pela salvação, mas lutar dá muito trabalho e desanima as pessoas.
É preciso entender que, sem arrependimento e sem abandonar a prática do pecado, ninguém será salvo.
Para não ficar só nas minhas palavras, vejam algumas passagens dos ensinamentos do próprio Jesus:

Mateus 4

17 Desde então, começou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos céus.

Mateus 5

10 bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus;

Mateus 5

19 Qualquer, pois, que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos céus.

Mateus 6

33 Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.

Mateus 18

3 e disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos céus.
 
Romanos 8

9 Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.

Há momentos que precisamos de uma palavra de consolo, de conforto, mas constantemente precisamos ser confrontados com nossos pecados.
Esse confronfo pode te levar ao arrependimento e o arrependimento a Cristo. Mas o consolo e o conforto podem deixá-lo acomodado, despreocupado com seu estado de pecado, e a queda ocorre lentamente, como a areia de uma ampulheta.
Mas quando essa areia terminar, você estará sentado sobre ela, apreciando a beleza de viver para sempre, ou soterrado, agonizando eternamente?









terça-feira, 27 de dezembro de 2022

PEGANDO LEVE COM A HIPOCRISIA DE CADA DIA

Um dos pecados mais combatidos na Bíblia é o da hipocrisia, um assunto pouquíssimo abordado nos púlpitos das igrejas, nos dias de hoje e, quando abordado, na maioria das vezes usa-se como base a passagem de Mateus, 7:2-5:

Mateus 7

3 E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão e não vês a trave que está no teu olho?
4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu?
5 Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão. 

Esta passagem nos constrange a olharmos para nossas próprias falhas com a intenção de não sermos severos no julgamento quanto aos atos ou o comportamento de outro irmão quando nós cometemos erros e, às vezes, mais graves do que aqueles que queremos corrigir nos outros. Embora esta seja a mensagem principal, muitas das pregações apelam para que não sejamos hipócritas, cobrando dos outros o que não fazemos ou corrigindo no outro um erro menor que o que cometemos, não indo muito além disto. Uma diferença sutil que passa despercebida.
Há outras passagens falando de hipocrisia, explorando vários de seus níveis.
Mas é compreensível que pouco se fale sobre hipocrisia nos púlpitos das igrejas atuais, haja visto que muitos dos pregadores preferem adoçar os ouvidos da plateia com palavras de consolo, bênçãos, prosperidade e um deus de amor desprovido de justiça, e não o verdadeiro Deus da Bíblia, que é amor, mas também justiça.
A verdade é que todos pecamos, independente de nossa idade, nossas convicções, nosso nível de conhecimento ou compreensão ou o tempo de conversão, mas admitir publicamente o quanto somos imundos para aqueles que nos olham como se fôssemos santos exige caráter e coragem, porque a audiência é exigente e a decepção pode significar uma troca de ministério, culminando na perda de membros e na queda de arrecadação de dízimos e ofertas, sem as quais fica impossível sustentar uma estrutura milionária, com templos enormes, pastores e obreiros assalariados, horários em canais de TV e rádios, etc. Sem mencionar o padrão de vida nababesco de alguns pastores.
Sim. É isso mesmo. A fé virou um negócio muito lucrativo , um sistema complexo com muitas engrenagens que precisam ser lubrificadas para permanecer rodando, e o lubrificante é o dinheiro, que é tirado mais facilmente de clientes satisfeitos.
Porém, para permanecer no complexo negócio da fé, alguns sacrifícios são necessários, então começa-se pelo que menos agrada ou que mais incomoda a plateia ávida por entretenimento, o emocionante espetáculo mais conhecido no meio evangélico como "sinais e maravilhas". Sacrifica-se, então, a verdade, afinal, ninguém gosta muito dela, mesmo.
Mas é aí que o sistema se depara com um problema: sem verdade a pregação é vazia, não convence, não prende sequer a atenção da plateia, quanto mais a própria plateia e, sem plateia, sem dízimos e ofertas, e sem dízimos e ofertas ... Entendeu, né?
Para contornar esse obstáculo, então, sem agredir a sensibilidade a plateia, utilizam-se de meias verdades, pregando coisas que agradam, que não têm aparência de mentira e que, mesmo não sendo verdade, têm um certo verniz que lhes concede algum aspecto de autenticidade.
São cegos guiando outros cegos.
Quando, entretanto, alguém tem uma pregação dura, focada no confronto ao pecado e na salvação da alma, ao invés de glorificar a Deus por ter quem deseje a salvação da igreja, alguns membros, às vezes até pastores, ficam de tocaia, esperando pegar o pregador em pecado, para envergonhá-lo publicamente, expondo  sua hipocrisia, desmerecendo, assim, não só sua pessoa, mas também sua pregação, como se isso anulasse a verdade pregada e justificasse seu próprio pecado.
Em algum momento, certamente esse pregador poderá tropeçar, não porque seja um mau caráter, mas porque é homem, porque é carne, porque, como todos e cada um de nós, anda entre o dever e o desejo, e às vezes, cedemos aos desejos, mesmo não querendo.
Mas este é um caso cada vez mais raro 
Antigamente éramos ensinados a orar para nos santificarmos, para nos consagrarmos a Deus, mas hoje ensina-se a "decretar", "profetizar " todo tipo de bênçãos e milagres, como se Deus tivesse a obrigação de atender nossas orações com base em trechos mal interpretados ou propositalmente distorcidos das Escrituras.
Então, por que pregar sobre hipocrisia?
Como pregar sobre hipocrisia sem se incriminar, sem evidenciar o obreiro fraudulento que é?
Como ensinar algo que não se aprendeu?
Como falar a verdade dura, nua e crua num ambiente mergulhado em mentiras agradáveis?
Como falar o que as pessoas precisam ouvir quando elas já se acostumaram a ouvir o que lhes agrada?
No final, tem muita gente indo à igreja para se sentir bem, para aliviar a consciência, para participar do "ré-té-té", mas o compromisso com a Palavra é um bicho em extinção.
A verdade pode ser desagradável. Geralmente é. Mas só porque você se vê obrigado a confrontar seu pecado. Mas lembre-se do que disse Jesus:
João 14

6 Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.


sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

ALVO MAIS QUE A NEVE, A HIPERGRAÇA E OS "HOMENS DE DEUS"

Esta semana, em diversos canais do Youtube, influencers, pastores e teólogos discutiram as afirmações de Kleber Lucas sobre a letra do hino "Alvo Mais Que a Neve" ser racista.
Isso gerou piadas e colocou outros hinos na mira, como "O Nosso General é Cristo", fosse como piada ou tratado com ares de seriedade.
As pessoas se descabelaram com as atitudes de um homem que já vem, há muito tempo, mostrando que se afastou da verdade do evangelho, se é que alguma vez andou por esse caminho. Sei que afirmar isto pode parecer chover no molhado, mas o fato de uma pessoa passar anos, às vezes décadas, dentro de uma igreja, não significa que ela faça parte do rebanho de Cristo. Inclusive pastores. Principalmente pastores.
Eu tenho que confessar que sempre tive um pé atrás com "artistas gospel". Por quê?
Porque o púlpito não é palco, mas pode facilmente ser confundido com um.
Porque o homem busca atenção e aceitação e pode, lentamente, roubar o louvor, que pertence a Deus, para si próprio.
Porque o culto é um momento para cultuar, louvar a Deus. Não é um show. Não é para você se sentir bem. É para seu crescimento espiritual.
Isso pode não se aplicar a todos os tais artistas, mbas a Igreja não é casa de show, então tais  e artistas não deveriam se apresentar nas igrejas. Há locais apropriados para isso, você frequqntemente pracisa ser confrontado, ter seu pecado jogado na cara.
Geralmente se usa o pretexto de aproveitar a fama do cantor pra atrair um grande número de pessoas com fins evangelísticos, mas na maioria dos casos a intenção é mais mundana, mesmo. Dinheiro ou status. 
Outro tipo de "artista" ou "celebridade" são os pastores pregadores da hipergraça, que ensina que Deus é todo amor e nenhuma justiça. Ensinamentos onde o homem é o centro do coração de Deus e que, para te-lo junto a Si, Deus estaria disposto a fazer vistas grossas a seus pecados, garantindo, assim, a salvação, não só de quem aceita Jesus como Senhor e Salvador - o que significa abdicar dos desejos da carne, carregar sua cruz, obedecer a Cristo, o que significa sacrificar seus desejos - mas de qualquer um que, vivendo do modo que lhe aprazer, bastaria confessar a Jesus para garantir uma vida de bem estar e a salvação eterna. Fácil assim. Esta é uma mentira e, como toda mentira, perigosa.
Mas o que ninguém comenta é o algo que é verdadeiramente importante, e a maioria das pessoas sequer percebe isso.
Tudo isso teria lá sua relevância se fosse abordado pelo ângulo correto, mas da maneira como é tratado o assunto, não passa de mera fofoca para gerar views e engajamento, que desagua justamente em, adivinha: dinheiro e status. Mas vamos ao que viemos.
No livro de Mateus está escrito:

Mateus 9

37 Então, disse aos seus discípulos: A seara é realmente grande, mas poucos são os ceifeiros.
38 Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande ceifeiros para a sua seara.

Há inúmeros falsos profetas, falsos pastores e uma quantidade assombrosa de todo tipo de picaretas que se aproveitam da ingenuidade e da preguiça de pessoas cheias de fé e vazias de conteúdo, que não gostam de ler a Bíblia, pessoas imprudentes que depositam sua fé incondicionalmente em qualquer um que se apresente como um ministro de Deus, sem, contudo, buscar saber da índole do indivíduo, de suas origens, de onde veio, por onde passou, porque saiu, quais suas influências e as obras que realizou ou de que fez parte.
Embora, em muitos casos, como mecanismo de defesa, pastores se invoquem o "não toqueis nos meus ungidos", termo que não se encontra na bíblia, mas é baseada nas passagens em que Davi se recusa matar o rei Saul - um tei ungido çor Deus - que buscava tirar sua vida injustamente.
Este é um recurso muito utilizado por pessoas que não querem ser contestadas, contrariando o ensinamento de Atos 17:10, 11:
Atos 17

10 E logo os irmãos enviaram de noite Paulo e Silas a Beréia; e eles, chegando lá, foram à sinagoga dos judeus.
11 Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim.

 Boa parte dos pastores tidos como sérios, em especial nas igrejas pentecostais, não somente desobedecem o mandamento de Mateus 9:37, 38, como ainda impedem os obreiros de suas igrejas de trabalharem na obra, dando a estes alguma oportunidade para "trazer uma palavra" ou "dar uma saudação" de dez, quinze minutos, para dar tempo de dar oportunidade para outro obreiro fazer uso dos próximos dez, quinze minutos e assim por diante, só para dizer que os obreiros da igreja têm oportunidade de trabalhar na obra.
As pequenas igrejas pentecostais têm a liberdade de percorrerem lares, praças, ruas, sem a burocracia das igrejas de renome, mas seus líderes, geralmente homens que ostentam o título,  sem ter, no entanto, o chamado de pastor e, em muitos casos, nenhum preparo para assumir um posto de tamanha importância, aprisionam seus membros pelo medo, pela ameaça, usando ensinamentos como cobertura espiritual, conertura pastoral e negando a sua benção caso o membro queira sair de sua congregação, o que, indiscutivelmente, é errado. Sua preocupação é voltada tando para o controle que deixará de exercer sobre o ex-membro quanto a queda na arrecadação dos dízimos e ofertas, e não com a salvação da alma do referido membro, que deve ser o alvo dos verdadeiros pregadores do evangelho.
Estes auto intitulados homens de Deus, que abusam da autoridade que aconpanha o título que usam, seja pastor, bispo, apóstolo ou a última aberração da moda, fazem da igreja, que é o rebanho de Cristo, o seu gado particular.
A igreja é seu castelo. Sua família geralmente é a "família real", cujos membros são os únicos que sobem na hierarquia da instituição e têm reais oportunidades, enquanto seus obreiros são as gárgulas - aquelas estátuas que ficam sobre os muros dos castelos - que não fazem muito mais que adornar o fundo do salão, sentados em cadeiras luxuosas, usados apenas quando nenhuma das "autoridades" da "família real" estiver disponível.
O número de igrejas pregando o evangelho de Cristo poderia ser muito maior do que é atualmente, se ao líderes se deixassem ser liderados pelo Espírito Santo ao invés de usarem técnicas para atrair pessoas, como se Deus fosse incapaz de realizar tamanha proeza e precisasse de uma ajudinha de seu ingido. Faz algum sentido?
Uma coisa é verdede e não pode ser contestada, a responsabilidade de espalhar o evangelho é de todos e de cada um, pois o "Ide" é para todos, mas i que não pode ser ignorado é que nem todos têm o chamado evangelístico, nem todos são pastores, nem todos são líderes, e uma das funções de um bom líder é justamente formar novos líderes, mas muitos homens com chamado de evangelista, por uma questão de status, estão usurpando a cadeira de pastor, não cumprindo sua missão e, pior, impedindo outros de cumprirem as suas.
"A quem enviarei eu?"
Tais auto proclamados homens de Deus estão calando aqueles que anseiam responder: "envia-me a mim"
Este comportamento não é discutido. Na verdade, sequer é mencionado, seja por membros das igrejas, por suas lideranças ou por teólogos de internet, o que levanta uma questão:
Por quê?



sábado, 12 de setembro de 2015

SE PERDENDO NA CORRENTEZA DO RIO DO TEMPO


Em algum momento de nossas vidas, todos nos perguntamos qual o propósito da vida. Sejam com elaboradas questões filosóficas ou com um simples "será que eu nasci só pra sofrer?", todos revelamos (ainda que alguns neguem ou tentem ocultar) um certo nível de insatisfação. Não necessariamente descontentamento ou felicidade, apenas insatisfação, embora, na grande, esmagadora maioria das vezes, as pessoas não saibam dizer qual a origem ou o motivo dessa insatisfação. Especialmente nos dias atuais.
Há trinta ou quarenta anos atrás, o Brasil era muito atrasado tecnologicamente. Ainda é, mas nas grandes capitais, onde o dinheiro circula, só não tem um smart phone quem não quer ou não sabe usar, e esse aparelho mágico nos abre as portas para o mundo e aumenta as possibilidades exponencialmente. Este texto, por exemplo, está sendo digitado num smart phone.
Mas antes, essas coisas sequer eram imaginadas. A vida era mais simples. As crianças se reuniam pra brincar.
Jogar bola. Empinar quadrado (como eram chamadas as pipas), jogar bolinhas de gude, pega-pega, esconde-esconde... Nós podíamos brincar na rua.
As pessoas eram mais próximas e, em muitos casos, confiáveis.
Havia perigo. Sempre há. Principalmente onde há seres humanos.
Mas hoje...
Hoje os monstros caminham entre nós.
Os avanços tecnológicos afastaram as pessoas. O que, de certa forma, é irônico. Mas a verdade é que a natureza humana é frágil e corruptível.
As pessoas não se abraçam. Os pais trocam, com uma frequência cada vez maior, seus filhos por "amigos" de barzinhos.
Os filhos tornam-se "independentes" dos pais cada vez mais cedo.
Adolescentes que não possuem estrutura têm filhos que não sabem como educar...
É um ciclo vicioso onde um erro leva a outro que leva a outro maior.
As pessoas perderam contato com o mundo real. Têm centenas de amigos no Facebook, mas não conhecem o verdadeiro significado da amizade.
Ocupam seu tempo com joguinhos on line, testes disso e daquilo pra ocupar o tempo, partilham informações via whats app... Tudo na esperança de ocupar o vazio existencial que envolve todo ser humano.
Acredite você ou não, DEUS, quando criou o Homem, deixou nele um espaço, um vácuo imenso, maior que nossas vidas, maior que o universo, que só poderá ser preenchido com a Sua presença, com o Seu Amor.
Muitos consumiram o tempo de uma vida e outros perderam-na na vã tentativa de preencher esse vazio, quando a resposta estava tão próxima, encoberta por preconceitos tacanhos.
A resposta não está lá fora. Está dentro de você.
Ponha de lado o preconceito religioso. Não estou falando de religião. A religião não leva a DEUS. Um coração sincero, sim. Da mesma forma que não adianta querer esconder alguma coisa dEle, pra Ele você pode rasgar seu coração. Se abrir totalmente, sem medo de julgamentos. DEUS é Amor, mas também Justiça. E isso deve ser visto como algo bom. Confie em DEUS. Permita-se conhece-lo.
Depois de render-se ao Amor de DEUS, até demonstrar seu afeto pelas pessoas será mais fácil.
Ame. E não receie demonstrar esse amor. Isso não é fraqueza. É força. É o que nos motiva e fortalece.
Não tenha medo de ser forte.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

AQUILO QUE NOS CABE

A algum tempo eu estava conversando com alguém, não lembro quem, e eu dizia que discutir evolução é uma perda de tempo, já que existem dois conceitos envolvidos. Um é a adaptação ao ambiente e às condições que cercam um indivíduo ou uma espécie. Outro, mais filosófico, se refere ao crescimento do ser humano como pessoa, como ser, uma ponderação maior nas escolhas, na consciência de como elas o afetarão como indivíduo, e de que maneira isso contribuirá para o bem comum daqueles que o cercam.
No entanto, pesquisas constataram que gostos e opiniões se cristalizam por volta dos 25 anos, e que aos 40, o cérebro para de se desenvolver. Lógico que não podemos generalizar, mas
basta nos dispormos a ler um pouco sobre história pra constatar que a única coisa diferente nas atrocidades que o homem demonstrou ser capaz de cometer contra seus iguais , foi os diferentes estágios de desenvolvimento tecnológico. A selvageria, a barbárie e a maldade se adaptaram às mudanças tecnológicas, mas ainda permanecem basicamente inalterados.
Ao longo da história humana, o pensar, a filosofia, as ciências, as artes, a sociedade e a tecnologia evoluíram sensivelmente. A única coisa que não evoluiu foi a própria humanidade.
Alguns poucos se dão ao trabalho de buscar crescimento, o que exige tempo, muito esforço e um ferrenho e constante auto-controle.
Mas pra quê todo esse trabalho se temos a TV, a internet e os pastores pra pensar por nós, não é mesmo?
As coisas mais descabidas são postadas nas redes sociais, comentadas e discutidas como verdades absolutas, sem que se façam questionamentos significativos.
Todo mundo fica apavorado com a criação de microchips que carregam todas, TODAS as informações sobre a vida de uma pessoa, preocupados com o fim do mundo e a Grande Tribulação, mas não pensa duas vezes antes de preencher todos os campos de um formulário virtual, cedendo todas as informações exigidas sem se dar ao trabalho de ler o contrato de licença, cedendo, voluntária e gratuitamente os direitos de absolutamente TUDO o que for postado, embora as complicações legais sejam todas do usuário, caso faça algo condenável, tudo isso por conta de não ler um complicado, extenso e cansativo contrato, só pra fazer parte de uma rede social. Até mesmo a localização é acessível.
Se horrorizam e se escandalizam com qualquer porcaria sensacionalista postada por algum desocupado que se considera o mensageiro do apocalipse da semana, achando que o fim do mundo já tá batendo na porta, mas sem se preocupar em checar a fonte e verificar se a informação é digna de atenção.
DEUS nos deixou as Escrituras para servir de guia. Mas é preciso lê-la pra que funcione como tal. E é preciso fazer uso do raciocínio para interpretar os textos.
Não se deve aceitar qualquer afirmação como verdadeira, mesmo se tirada da própria Bíblia, sem antes abrirmos as Escrituras para reafirma-las ou confronta-las, conforme o caso, com a certeza de que estamos verdadeiramente cobertos pela Verdade da Palavra de DEUS.
Muitas pessoas se decepcionam com o evangelho por terem sido enganadas por esse ou aquele pregador ou igreja, quando os verdadeiros culpados por sua decepção são elas próprias.
Se, quando vai comprar algum produto, como um tênis, um celular ou uma TV, que são bens que, por mais duráveis que possam ser, irão acabar, quebrar, se desgastar, você vasculha, procura bons preços e uma loja idônea, que garanta a entrega ou troca quando necessário, por qual motivo você deixa a sua alma, que é eterna, sob os cuidados de um desconhecido, sem se informar sobre ele ou o que está ensinando?
Pastor, apóstolo, presbítero, não importa o título pelo qual uma pessoa atenda, ela ainda é uma pessoa, e pessoas são falhas, cometem erros de julgamento e não têm todas as respostas. E isso, falando das que tem o coração verdadeiramente voltados para a Obra de DEUS.
Os ministros da Igreja não são deuses. Eles não sabem o que se passa na sua casa, no seu trabalho. Os conselhos que podem dar estão limitados às informações que nós passamos a eles. E elas geralmente são incompletas.
A obrigação deles, como homens de DEUS, é nos ensinar e orientar, mas o próprio DEUS nos deu o livre arbítrio, pra que as escolhas sejam nossas.
Se você escolhe seguir cegamente a outra pessoa,sem fazer questionamentos, e se decepciona, de quem é a culpa?

segunda-feira, 25 de maio de 2015

POR AUMENTAR A INIQUIDADE O AMOR DE MUITOS SE ESFEIARIA

Ontem, domingo, 24/05/2015, fui com o pessoal do curso de teatro visitar um asilo pra nos ambientarmos, conhecer as pessoas e suas histórias, pra apresentação de uma peça que faremos lá.
Na volta, em frente ao ponto de ônibus, estava tendo uma reunião numa igreja evangélica, dessas que têm programas na TV e vira e mexe seu líder é alvo de denúncias e escândalos.
Logo a conversa, que até aquele momento girava em torno da futura peça a ser encenada, mudou seu foco para alguns dos muitos escândalos protagonizados por esses ditos homens de DEUS, amplamente divulgados pela TV e internet.
Naquele momento, eu me senti tomado por um misto de sentimentos. Vergonha por ver um espetáculo horrível como aquele, repleto de promessas mentirosas e saber que é algo comum. Raiva por saber que há tantas denominações pervertendo a Palavra de DEUS unicamente para obter lucro fácil enganado e se aproveitando da fé cega e falta de conhecimento do povo, já sofrido e cansado dos constantes roubos perpetrados por nossos governantes, que sempre saem impunes.
E revolta, por saber que essas coisas só acontecem por causa da preguiça que o povo tem de se instruir, de estudar as Escrituras, e pela ganância deste mesmo povo, que espera que tudo caia do céu.
Antigamente os pastores pregavam arrependimento e salvação. As pessoa iam os cultos adorar ao SENHOR, agradecer e aprender como andar debaixo da vontade de DEUS. Falava-se muito sobre a porta estreita.
De alguns anos pra cá deixou-se de ensinar sobre nossos deveres como cristãos e passou-se a falar sobre nossos "direitos de filhos".
Hoje as pessoas não vão mais ao culto adorar. Vão às reuniões exigir os tais direitos de filhos. Não dão dízimos e ofertas pelo bem da Obra. Barganham pra que DEUS abra as portas do céu e caiam chuvas de bênçãos.
Pois então deixe-me dizer-lhes, "irmãos":
Tudo isso é bíblico. Não existe amor nas igrejas porque a iniquidade é tão descarada, a corrupção é tão clara e aberta que os membros, que deveriam ser ovelhas de Cristo, se sujeitam a ser gado de pastores fraudulentos, picaretas de terno que alegam falar ao povo em nome de DEUS, mas engana desprevenidos, ignorantes e gananciosos e preguiçosos, todos num mesmo pacote.

O futuro da Igreja é sombrio, pois as pessoas deixam, mais e mais a cada dia, de adorar a DEUS por ELE ser DEUS, e são induzidas a pedir e pedir, e há quem seja louco em afirmar que devemos exigir de DEUS o que ELE nos deve, por ser nosso direito.
Você até pode exigir seus direitos, mas saiba que somos todos pecadores, falhos, e nosso direito seria ir pro inferno. O que recebemos de DEUS, recebemos porque ELE nos ama, e só.
O sacrifício que Jesus fez por nós, na cruz, é porque e prova a nossa total falta de capacidade em fazermos a vontade de DEUS.
Não se iluda com falsas promessas de prosperidade e riqueza. Quer enriquecer? Trabalhe, se esforce e peça sabedoria ao SENHOR, mas tenha em mente que, se a riqueza o afastar do Pai, melhor é que permaneça pobre.
As decisões são nossas, mas as consequências de nossas escolhastambém.

domingo, 18 de agosto de 2013

UMA QUESTÃO DE PERSPECTIVA.

Certa vez, batendo um papo com alguns colegas de classe, discutíamos sobre pessoas que se vestiam e se comportavam de maneira extravagante, e eu, na minha natureza contestadora, cheio de razão e transbordando ignorância, disse que essas pessoas, na ânsia de serem notadas como diferentes, acabavam imitando e andando igual a muitos outros, eliminando, assim, aquele clima de diferença, de originalidade, e foi aí que um dos presentes me disse que talvez não se tratasse de querer ser diferente, mas sim de fazer e se sentir parte de algo, de um grupo, uma comunidade, um movimento, e esse comentário abriu meus olhos pra uma nova perspectiva. Pra um sujeito que gosta de ler Batman e Sherlock Holmes, meu poder de dedução se mostrou bastante limitado.
Está escrito que não fomos chamados por juízes, e ainda assim, estamos constantemente fazendo julgamentos, e fazendo-os erroneamente com mais frequência do que corretamente, e mesmo muito mais do que gostamos de admitir, e é por este motivo que Deus, em Sua sabedoria, não deixou a nós a incumbência de julgar. A nós, coube o papel de testemunha, não para testemunharmos, mas para sermos observados, e que nosso comportamento seja um exemplo, para que o mundo veja em nós um reflexo do Deus que servimos, e desejem conhecer e se sujeitar à vontade deste Deus, e trem suas vidas mudadas.
Nos dias atuais, na chamada "Era da Informação", com a internet, microondas, tablets e smartphones, tudo acontece muito rápido, desconhecidos sem a menor relevância se tornam "celebridades" da noite pro dia, e do dia pra noite são substituídos pela bizarrice mais idiota e irrelevante, poios tudo se tornou descartável.
E no meio evangélico não é diferente. Na ânsia de arrebanhar membros, algumas igrejas acharam que ter um pastor para liderar seu rebanho não era o suficiente, e então surgiram os apóstolos do século 20, e agora, no século 21, esse fenômeno se tornou corriqueiro, já que em muitas igrejas, sejam de grande ou pequeno porte, dentro ou fora da mídia, aderiram ao termo "Igreja Apostólica". Mas o que ninguém explica, é que apóstolo é uma palavra grega, cuja tradução é algo como enviado, emissário, missionário.
Não estou, com isso, afirmando que isso é errado, mas esse tardio aparecimentos de novos apóstolos mais parece uma jogada de marketing, pois é como se o apóstolo fosse alguém muito mais importante do que o pastor, e infelizmente, há uma enormidade de pessoas que se deixam levar por esse tipo de coisas, mas, por mais decepcionante que isso possa ser, é bíblico.
Há, certamente, pessoas que usam o título de apóstolo que fazem por merecê-lo, e devem ser honrados, não pelo título, mas por serem verdadeiros homens de Deus.
Líderes de muitas igrejas tratam-nas como um empreendimento secular, visando uma arrecadação cada vez maior de fundos, e um dos recursos mais comuns é a apresentação de "artistas gospel" em seus cultos, ou reuniões, como se convencionou dizer hoje, no intuito de atrair mais pessoas.
Mas qual a verdadeira intenção por trás disso tudo? É verdade que a Igreja precisa de dinheiro para se manter, e que depende dos fiéis pra isso, além do fato que muitas igrejas tem uma bela obra social, seja distribuindo sopão pra moradores de rua, arrecadando alimentos e roupas em tempos de crise, ajudando membros necessitados de sua própria comunidade ou de outras menos favorecidas, o que são coisas louváveis, pois, enquanto estivermos neste mundo, teremos diversas necessidades que precisam ser supridas, mas muitos líderes parecem ter esquecido o nosso verdadeiro chamado: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura".
Inúmeros programas em diversos canais de TV pregam o chamado "evangelho da prosperidade", afirmando que se fizer tal desafio (sempre envolvendo dinheiro), você será abençoado de maneira milagrosa. E isso se cumpre? Em alguns casos, com certeza, mas não em todos.
O homem é irresponsável, inconsequente e egoísta por natureza, em resumo, idiota, pois é o único animal que mata por prazer e destrói o lugar em que habita, e busca, frequentemente, satisfazer mais suas vontades que suas necessidades. Cientes disso, muitos malandros se aproveitam da ganância dos menos espertos e, infelizmente, não é muito diferente dentro das igrejas.
Mas o que o povo precisa entender é que se passasse menos tempo em busca de resolver seus problemas pessoais e buscasse mais a Deus, suas montanhas intransponíveis se tornariam um punhado de terra nas mãos poderosas do Senhor. Mas como o povo vai saber disso se não há quem o ensine? Por medo de falar a verdade, pois a verdade afasta muitos membros, aqueles que, por acharem que dão gordos dízimos e ofertas, devem ouvir apenas o que querem, muitos líderes se acovardaram e escolheram o caminho mais fácil, que é o de pregar apenas bênçãos. 
As bênçãos são promessas bíblicas? Com certeza são. Assim como o arrependimento, a salvação e o inferno. Mas ninguém quer ouvir história feia com final assustador, então, evangelho da prosperidade no povo. Só que estar ou ser próspero não é garantia de salvação.
Todas essas coisas que acontecem na Igreja nos dias atuais também são promessas bíblicas, pois o coração do homem é voltado pro mal e pra coisas vãs, mas nossa natureza pode ser transformadas pelo poder de Deus, mas pra que isso aconteça, é preciso, primeiro, que alguém ensine ao povo, pra que então o povo busque a Deus, e seja transformado.
Quando os pregadores compreenderem que uma igreja cheia do ESPÍRITO SANTO DE DEUS atrai mais pessoas do que aquelas onde artistas e pastores famosos são convidados, haverá um grande crescimento, pois o homem, por mais que tente, não pode impedir o mover do Espírito.

Por  (MG) em 31-01-2009
No grego a palavra Apostellein”Apóstolo” significa aquele que é enviado, mensageiro ou embaixador. Aquele que representa a quem o enviou.
Assim como o profeta tinha a autoridade de Deus para escrever e falar ao povo em nome de Deus, oApóstolo no novo testamento tem esta mesma autoridade; ver 1 Tessalonicenses 2:13 e II Pedro 1:1, oApóstolo jamais é tido como profeta; ver Efésios 1:1 e I Pedro 1:1.