terça-feira, 25 de dezembro de 2012

DINGOBEL, DINGOBEL, ACABÔ O PAPEL.

Mais um ano que se foi, mais reuniões onde familiares e amigos se encontram para "confraternizar".
Em muitos casos, há realmente um certo nível de união, de amizade e até de amor, mas na maioria dos casos, esses encontros anuais servem apenas para fomentar mais brigas e discussões. E o "mais" significa que essa já é uma prática corriqueira entre muitas famílias.
O Ser Humano é o animal que necessita de mais tempo de cuidados dos pais até alcançar um estágio de maturidade que o permita agir por conta própria. Em alguns casos, podem levar mais de 30 anos. E não, não é piada. Mas na maioria dos casos, essencialmente entre pessoas da classe baixa, as condições e situações diversas obrigam crianças a amadurecerem numa fase em que deveriam estar sendo o que são: crianças.

Quando somos jovens, tendemos a acreditar que sabemos de tudo, e que a visão de nossos pais é ultrapassada, e que eles "não sabem como as coisas são agora". Porém, o que os jovens não sabem, ainda, é que o comportamento do homem contemporâneo é o mesmo do homem de civilizações hoje extintas.
As sociedades e a tecnologia evoluíram e mudaram, mas o homem apenas adaptou seu comportamento a essas mudanças mas não evoluiu, propriamente. Ao contrário do deveria se esperar, o barbarismo e a corrupção se espalham pelo mundo como pó levado pelo vento.
Tráfico de crianças, de mulheres, de homens, seja para escravidão, escravidão sexual ou para roubo de órgãos; trabalho escravo infantil, empresários enriquecendo em cima da desgraça de nações...
A lista dos "feitos humanitários" apenas cresce.
E eu acredito que tudo isso tem origem no berço.
Há pais que se decepcionam com os filhos depois de  crescidos,, pois se envolvem com más amizades e tomam caminhos errados. Em muitos desses casos, o problema está no caráter dessa pessoa, e não há muito que os pais possam fazer.Mas na maioria dos casos, há a negligência ou mesmo incompetência dos pais em serem pais.
Quando ando pelas ruas, eu vejo meninas das mais variadas idades, de sete, treze, quinze anos, desfilando "vestidas" com roupas insinuantes, até mesmo se "pegando" com meninos, às vezes na mesma faixa de idade, às vezes bem mais velhos. Quando ando á noite, principalmente em fins de semana, vejo menininhas de treze anos acompanhadas de "amiguinhas" saindo pra balada. Então eu me pergunto: Que espécie de pais largam os filhos dessa maneira? Eles não sabem onde esse comportamento pode levar?
Essa geração é composta por mães jovens, despreparadas, que não tiveram o devido apoio dos pais de seus filhos. E ageração atual de jovens está se torando pais e mães ainda mais cedo.
Que estrutura essa geração tem para criar filhos, quando alguns ainda brincam de bonecas e empinam pipa?
O mundo está abandonado, a mercê do Diabo, e muitas igrejas se preocupam em pregar cura de enfermidades, prosperidade, em arrebanhar membros vazios para encher suas fileiras, enquanto o povo definha,sem esperança.
Muita igrejas organizam maravilhosas festa para comemorar o "aniversário de Jesus", enquanto seus membros carecem de uma melhor orientação espiritual.
Assim como na política, a igreja ignora, e por vezes despreza a necessidade de seus membros. Mas não sejamos injustos. Dentro da igreja há pessoas aproveitadoras, que só permanecem ali na esperança de "tirar uma lasquinha", saindo quando vê que não vai conseguir nada.
Aí deveria entrar o serviço social das igrejas. o problema é, muitas igrejas não tem sequer condições de ter um serviço social. É aí que deveria entrar em ação o discernimento do pastor. E, por muitas vezes, é aí que nos deparamos com outro problema: o "pastor" não é apto a pastorear.
Pastorado não deveria ser apenas status, pois é um chamado de Deus. Há homens que ostentam o título de pastor, mas tem o chamado de evangelista, em alguns casos porque o povo reconhece como líder apenas uma pessoa com o título de pastor, em outros, porque esse título lhe garante status e autoridade. Mas estará ele capacitado a exercer essa autoridade?
Neste curto texto foram expostos alguns problemas que assolam a igreja. Mas não a solução para eles. Isso, porque não é uma coisa simples. O Ser Humano é complexo. É preciso empenho dos líderes para sanar esses problemas, mas o povo precisa conhecer intimamente os deveres e obrigações, tanto seus como dos líderes que escolheram seguir.
Para tanto, se faz necessário conhecimento da Palavra de Deus.
E esse é apenas o início.
Nós precisamos ler a Bíblia. Hoje existe a opção da Bíblia Falada, para quem não gosta ou não sabe ler.
Mas se você não quer ser roubado nem enganado...


Atos dos Apóstolos, 17:10,11


10  E logo os irmãos enviaram de noite Paulo e Silas a Beréia; e eles, chegando lá, foram à sinagoga dos judeus.
11  Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

BREVE ESTUDO SOBRE"ALIANÇA COM DEUS"

CONCLUSÃO


Desde a queda do Homem no Jardim do Éden, Deus profetizou, pessoalmente e pelas bocas de seus profetas, que enviaria um Salvador, alguém que remiria os pecados da Humanidade e nos possibilitaria voltar a ter comunhão com Ele.
Quando o Senhor, no Éden, disse à mulher que ela seria inimiga da serpente, que esta lhe morderia o calcanhar, e seria morta tendo a cabeça pisada, era uma referência ao sofrimento de Maria pela morte de Jesus na cruz, e a Sua consequente vitória, derrotando Satanás, "esmagando-lhe a cabeça". Mas eu estou me adiantando.
Deus propôs três Alianças com a Humanidade, e três vezes ela provou ser incapaz de cumpri-la. O propósito dessas Alianças sempre foram cuidar de nós e guiar-nos para os braços de Deus, mas a nossa natureza pecaminosa apenas nos afastava do Senhor, cada vez para mais longe. Então, uma vez provado (para nós) que não eramos aptos a manter uma aliança duradoura, Deus levantou Um que seria não apenas capaz de mantê-la, mas incapaz de quebrá-la. E, para isso, seria necessário um amor impossível de se encontrar neste mundo.
Deus firmou uma Aliança com Abrão, que mais tarde passou a ser chamado Abraão, e com toda sua descendência. De Abraão nasceu Isaque, e de Isaque, o seu primogênito, Esaú, e seu gêmeo, Jacó, que desde o ventre tentava superar a seu irmão.Quando adulto, Jacó trocou o direito de primogenitura com seu irmão mais velho, Esaú, que estava faminto após voltar de uma caçada frustrada, por um prato de lentilhas. Anos se passaram e, quando chegou o momento de seu pai abençoar o primogênito, que seria o líder da família após a morte de Isaque, estimulado e ajudado por sua mãe, Jacó enganou o próprio pai, velho e cego, passando-se por Esaú, recebendo em seu lugar a bênção da primogenitura.
Furioso, Esaú jurou matar a Jacó, que fugiu para a casa de seu tio materno, Labão.
Desonesto e invejoso, mas igualmente astuto e ganancioso, Labão enganou e mentiu para Jacó durante anos, até que este resolveu partir das terras do tio, saindo cheio de riquezas, duas esposas e muitos filhos. Temeroso de que a inveja de Labão causasse a sua morte, Jacó orou ao Deus de seu pai e de seu avô, que enviou sonhos a Labão, dissuadindo-o de seu mau intento.
E o medo de Jacó voltou-se agora para seu irmão Esaú. Ele então mandou todos adiante de si, e ficou no lugar onde, anos antes, quando fugia para a casa de seu tio, levantou um memorial ao Deus de Abraão e de Isaque. Durante a noite, recebeu a visita de um anjo, com o qual lutou até raiar o sol, dizendo que não largaria o anjo até que fosse abençoado, e assim, após receber a sua tão desejada bênção, foi tocado na coxa, ficando, assim, coxo, e tendo seu nome mudado para Israel, que significa 'Príncipe que lutou com Homens e com Deus e Prevaleceu"
Em sua velhice, tendo já dez filhos, teve a José, que seria vendido como escravo, por inveja de seus irmãos, e viria a interpretar os sonhos do faraó, prevendo sete anos de imensa fartura e sete da mais profunda fome. Sua sabedoria garantiu-lhe o posto de governador sobre todo o Egito, respondendo apenas ao faraó.
Sua autoridade e fidelidade possibilitaram que toda a sua família habitasse as terras do Egito, desfrutando da fartura de alimentos estocados nos sete anos de fartura.
Quatrocentos anos se passaram, e o povo de israel crescia em número, de tal forma que os egípcios temeram por sua segurança. Então, Faraó ordenou que todo filho varão fosse morto ao nascer, mas Deus enviou uma criança hebréia até a filha de Faraó. Seu nome era Moisés. Aos quarenta anos, indignado com o tratamento que seu povo recebia, ele matou um egípcio e, temendo por sua vida, fugiu para o deserto, onde viveu por quarenta anos, e constituiu família, até que Deus o chamasse do meio de uma sarça ardente, e o enviasse ao Egito, para libertar o povo de Israel, que constantemente clamava a Deus por liberdade.
Após diversos sinais e maravilhas que Deus fizera por meio de Moisés, um último sinal seria enviado, e o povo sairia do Egito, carregando riquezas, e todos os velhos e crianças, e mulheres e gado. Nada seria deixado para trás.
Então Deus ordenou ao povo que cada família se reunisse em sua casa, preparasse um cordeiro que deveria ser assado e comido até a manhã seguinte. Os cordeiro deveria ser de um ano, sem manchas, e seus ossos não poderia ser quebrados, e o que não fosse consumido, deveria ser queimado no fogo. E os umbrais das portas deveria ser aspergidos com o sangue do cordeiro, pois naquela noite o anjo da morte passaria por sobre o Egito, e entraria na casa cuja porta não estivesse marcada, e levaria todos os primogênitos, fossem filhos, pais, cães ou gado. Tomados pela dor, todo o povo egípcio ordenou aos hebreus que deixassem o Egito. E assim Deus libertou o povo de Israel da escravidão no Egito. Nesse dia foi instituída a páscoa, cujo significado em hebraico é "passagem", significando que o povo passou da escravidão do Egito para a Liberdade.
Séculos transcorreram. Israel viu momentos de glória e de vergonha. Mais de uma vez foi tomada e escravizada por nações ímpias, pois constantemente pecava contra Deus.
Israel estava agora dominada pelo Império Romano, quando Maria, uma jovem Hebréia, casada com José, um carpinteiro, concebeu um filho, sendo ainda virgem. Deus, pelo Espírito Santo, gerou nela o Seu Filho, que, já no Jardim do Éden, havia profetizado que enviaria.
Segundo estudos, na cultura judaica, a maioridade ou, a maturidade, só é alcançada aos trinta anos. Por isso o ministério de Jesus começou aos trinta.
Quando se dirigiu a João Batista para ser batizado, este disse: "Necessito eu ser batizado por ti, e vens Tu a mim?" Ao que Jesus respondeu: "Deixa por agora, pois nos convém cumprir toda a justiça." Jesus tinha trinta anos quando foi batizado por João Batista, e a partir daquele momento, até ao dia de sua morte, operou muitos sinais e maravilhas, ensinando e pregando as coisas concernentes ao Reino de Deus e a salvação da alma e. enquanto ensinava, várias vezes falou a respeito de Sua morte, primeiro por parábolas, para todo o povo, e depois, em particular para Seus discípulos, abertamente.
Quando, na noite em que seria traído e capturado, tamanha era e tensão que, enquanto orava ao Pai, Jesus transpirou sangue. Na Sua oração, em agonia, Ele pediu por três vezes ao Pai que, se possível fosse, passasse dEle esse cálice. Não houve resposta, e Ele foi capturado covardemente, humilhado publicamente, açoitado, espancado, escarnecido...
E tudo isso no prazo de aproximadamente três dias, e não algumas horas.
Finalmente, veio o dia da crucificação. Mais humilhação, mais açoites, mais sofrimento. Seu corpo havia ultrapassado os limites de sofrimento humanamente suportáveis, mas Ele permaneceu firme, até o fim.
Par surpresa dos soldados, Ele morreu antes do esperado. A pedido dos sacerdotes, os soldados quebraram as pernas dos criminosos que foram crucificados com Jesus, para acelerar a morte, pois a festa da páscoa estava chegando, mas quando foram quebrar as pernas de Jesus, constataram que estava morto. Então o soldado furou-Lhe o lado, e saiu sangue e água.
Jesus não havia morrido. Ele havia dado a sua vida em sacrifício pela nossa salvação. Nele não havia pecado. Ele era justo. Ele era o Cordeiro do sacrifício, sem mácula, e seus ossos não foram quebrados. Como ordenara Deus.
Ele cumpriu toda a justiça. Ele cumpriu a Aliança. Nele nós alcançamos a salvação, nossas enfermidades foram saradas, somos abençoados e, Nele, todos quantos crermos que Jesus é Filho de Deus, recebemos o poder de sermos feitos filhos de Deus.
Nenhum de nós seria capaz de cumprir a Aliança com Deus e, sabendo disso, Ele enviou Seu único filho para morrer POR VOCÊ.
Você consegue imaginar o quanto é importante para Deus? O quanto Ele te ama?
Todas essas Alianças foram feitas no intuito de nos resgatar, mesmo Deus sabendo da nossa incapacidade de seguir adiante. Apenas Jesus poderia cumprir tão importante Aliança, e nem a morte pode contê-lo, pois nEle não havia pecado.
Jesus venceu. Por amor de nós. E nEle somos mais que vencedores.