CONCLUSÃO
Desde a queda do Homem no Jardim do Éden, Deus profetizou, pessoalmente e pelas bocas de seus profetas, que enviaria um Salvador, alguém que remiria os pecados da Humanidade e nos possibilitaria voltar a ter comunhão com Ele.
Quando o Senhor, no Éden, disse à mulher que ela seria inimiga da serpente, que esta lhe morderia o calcanhar, e seria morta tendo a cabeça pisada, era uma referência ao sofrimento de Maria pela morte de Jesus na cruz, e a Sua consequente vitória, derrotando Satanás, "esmagando-lhe a cabeça". Mas eu estou me adiantando.
Deus propôs três Alianças com a Humanidade, e três vezes ela provou ser incapaz de cumpri-la. O propósito dessas Alianças sempre foram cuidar de nós e guiar-nos para os braços de Deus, mas a nossa natureza pecaminosa apenas nos afastava do Senhor, cada vez para mais longe. Então, uma vez provado (para nós) que não eramos aptos a manter uma aliança duradoura, Deus levantou Um que seria não apenas capaz de mantê-la, mas incapaz de quebrá-la. E, para isso, seria necessário um amor impossível de se encontrar neste mundo.
Deus firmou uma Aliança com Abrão, que mais tarde passou a ser chamado Abraão, e com toda sua descendência. De Abraão nasceu Isaque, e de Isaque, o seu primogênito, Esaú, e seu gêmeo, Jacó, que desde o ventre tentava superar a seu irmão.Quando adulto, Jacó trocou o direito de primogenitura com seu irmão mais velho, Esaú, que estava faminto após voltar de uma caçada frustrada, por um prato de lentilhas. Anos se passaram e, quando chegou o momento de seu pai abençoar o primogênito, que seria o líder da família após a morte de Isaque, estimulado e ajudado por sua mãe, Jacó enganou o próprio pai, velho e cego, passando-se por Esaú, recebendo em seu lugar a bênção da primogenitura.
Furioso, Esaú jurou matar a Jacó, que fugiu para a casa de seu tio materno, Labão.
Desonesto e invejoso, mas igualmente astuto e ganancioso, Labão enganou e mentiu para Jacó durante anos, até que este resolveu partir das terras do tio, saindo cheio de riquezas, duas esposas e muitos filhos. Temeroso de que a inveja de Labão causasse a sua morte, Jacó orou ao Deus de seu pai e de seu avô, que enviou sonhos a Labão, dissuadindo-o de seu mau intento.
E o medo de Jacó voltou-se agora para seu irmão Esaú. Ele então mandou todos adiante de si, e ficou no lugar onde, anos antes, quando fugia para a casa de seu tio, levantou um memorial ao Deus de Abraão e de Isaque. Durante a noite, recebeu a visita de um anjo, com o qual lutou até raiar o sol, dizendo que não largaria o anjo até que fosse abençoado, e assim, após receber a sua tão desejada bênção, foi tocado na coxa, ficando, assim, coxo, e tendo seu nome mudado para Israel, que significa 'Príncipe que lutou com Homens e com Deus e Prevaleceu"
Em sua velhice, tendo já dez filhos, teve a José, que seria vendido como escravo, por inveja de seus irmãos, e viria a interpretar os sonhos do faraó, prevendo sete anos de imensa fartura e sete da mais profunda fome. Sua sabedoria garantiu-lhe o posto de governador sobre todo o Egito, respondendo apenas ao faraó.
Sua autoridade e fidelidade possibilitaram que toda a sua família habitasse as terras do Egito, desfrutando da fartura de alimentos estocados nos sete anos de fartura.
Quatrocentos anos se passaram, e o povo de israel crescia em número, de tal forma que os egípcios temeram por sua segurança. Então, Faraó ordenou que todo filho varão fosse morto ao nascer, mas Deus enviou uma criança hebréia até a filha de Faraó. Seu nome era Moisés. Aos quarenta anos, indignado com o tratamento que seu povo recebia, ele matou um egípcio e, temendo por sua vida, fugiu para o deserto, onde viveu por quarenta anos, e constituiu família, até que Deus o chamasse do meio de uma sarça ardente, e o enviasse ao Egito, para libertar o povo de Israel, que constantemente clamava a Deus por liberdade.
Após diversos sinais e maravilhas que Deus fizera por meio de Moisés, um último sinal seria enviado, e o povo sairia do Egito, carregando riquezas, e todos os velhos e crianças, e mulheres e gado. Nada seria deixado para trás.
Então Deus ordenou ao povo que cada família se reunisse em sua casa, preparasse um cordeiro que deveria ser assado e comido até a manhã seguinte. Os cordeiro deveria ser de um ano, sem manchas, e seus ossos não poderia ser quebrados, e o que não fosse consumido, deveria ser queimado no fogo. E os umbrais das portas deveria ser aspergidos com o sangue do cordeiro, pois naquela noite o anjo da morte passaria por sobre o Egito, e entraria na casa cuja porta não estivesse marcada, e levaria todos os primogênitos, fossem filhos, pais, cães ou gado. Tomados pela dor, todo o povo egípcio ordenou aos hebreus que deixassem o Egito. E assim Deus libertou o povo de Israel da escravidão no Egito. Nesse dia foi instituída a páscoa, cujo significado em hebraico é "passagem", significando que o povo passou da escravidão do Egito para a Liberdade.
Séculos transcorreram. Israel viu momentos de glória e de vergonha. Mais de uma vez foi tomada e escravizada por nações ímpias, pois constantemente pecava contra Deus.
Israel estava agora dominada pelo Império Romano, quando Maria, uma jovem Hebréia, casada com José, um carpinteiro, concebeu um filho, sendo ainda virgem. Deus, pelo Espírito Santo, gerou nela o Seu Filho, que, já no Jardim do Éden, havia profetizado que enviaria.
Segundo estudos, na cultura judaica, a maioridade ou, a maturidade, só é alcançada aos trinta anos. Por isso o ministério de Jesus começou aos trinta.
Quando se dirigiu a João Batista para ser batizado, este disse: "Necessito eu ser batizado por ti, e vens Tu a mim?" Ao que Jesus respondeu: "Deixa por agora, pois nos convém cumprir toda a justiça." Jesus tinha trinta anos quando foi batizado por João Batista, e a partir daquele momento, até ao dia de sua morte, operou muitos sinais e maravilhas, ensinando e pregando as coisas concernentes ao Reino de Deus e a salvação da alma e. enquanto ensinava, várias vezes falou a respeito de Sua morte, primeiro por parábolas, para todo o povo, e depois, em particular para Seus discípulos, abertamente.
Quando, na noite em que seria traído e capturado, tamanha era e tensão que, enquanto orava ao Pai, Jesus transpirou sangue. Na Sua oração, em agonia, Ele pediu por três vezes ao Pai que, se possível fosse, passasse dEle esse cálice. Não houve resposta, e Ele foi capturado covardemente, humilhado publicamente, açoitado, espancado, escarnecido...
E tudo isso no prazo de aproximadamente três dias, e não algumas horas.
Finalmente, veio o dia da crucificação. Mais humilhação, mais açoites, mais sofrimento. Seu corpo havia ultrapassado os limites de sofrimento humanamente suportáveis, mas Ele permaneceu firme, até o fim.
Par surpresa dos soldados, Ele morreu antes do esperado. A pedido dos sacerdotes, os soldados quebraram as pernas dos criminosos que foram crucificados com Jesus, para acelerar a morte, pois a festa da páscoa estava chegando, mas quando foram quebrar as pernas de Jesus, constataram que estava morto. Então o soldado furou-Lhe o lado, e saiu sangue e água.
Jesus não havia morrido. Ele havia dado a sua vida em sacrifício pela nossa salvação. Nele não havia pecado. Ele era justo. Ele era o Cordeiro do sacrifício, sem mácula, e seus ossos não foram quebrados. Como ordenara Deus.
Ele cumpriu toda a justiça. Ele cumpriu a Aliança. Nele nós alcançamos a salvação, nossas enfermidades foram saradas, somos abençoados e, Nele, todos quantos crermos que Jesus é Filho de Deus, recebemos o poder de sermos feitos filhos de Deus.
Nenhum de nós seria capaz de cumprir a Aliança com Deus e, sabendo disso, Ele enviou Seu único filho para morrer POR VOCÊ.
Você consegue imaginar o quanto é importante para Deus? O quanto Ele te ama?
Todas essas Alianças foram feitas no intuito de nos resgatar, mesmo Deus sabendo da nossa incapacidade de seguir adiante. Apenas Jesus poderia cumprir tão importante Aliança, e nem a morte pode contê-lo, pois nEle não havia pecado.
Jesus venceu. Por amor de nós. E nEle somos mais que vencedores.
Quando, na noite em que seria traído e capturado, tamanha era e tensão que, enquanto orava ao Pai, Jesus transpirou sangue. Na Sua oração, em agonia, Ele pediu por três vezes ao Pai que, se possível fosse, passasse dEle esse cálice. Não houve resposta, e Ele foi capturado covardemente, humilhado publicamente, açoitado, espancado, escarnecido...
E tudo isso no prazo de aproximadamente três dias, e não algumas horas.
Finalmente, veio o dia da crucificação. Mais humilhação, mais açoites, mais sofrimento. Seu corpo havia ultrapassado os limites de sofrimento humanamente suportáveis, mas Ele permaneceu firme, até o fim.
Par surpresa dos soldados, Ele morreu antes do esperado. A pedido dos sacerdotes, os soldados quebraram as pernas dos criminosos que foram crucificados com Jesus, para acelerar a morte, pois a festa da páscoa estava chegando, mas quando foram quebrar as pernas de Jesus, constataram que estava morto. Então o soldado furou-Lhe o lado, e saiu sangue e água.
Jesus não havia morrido. Ele havia dado a sua vida em sacrifício pela nossa salvação. Nele não havia pecado. Ele era justo. Ele era o Cordeiro do sacrifício, sem mácula, e seus ossos não foram quebrados. Como ordenara Deus.
Ele cumpriu toda a justiça. Ele cumpriu a Aliança. Nele nós alcançamos a salvação, nossas enfermidades foram saradas, somos abençoados e, Nele, todos quantos crermos que Jesus é Filho de Deus, recebemos o poder de sermos feitos filhos de Deus.
Nenhum de nós seria capaz de cumprir a Aliança com Deus e, sabendo disso, Ele enviou Seu único filho para morrer POR VOCÊ.
Você consegue imaginar o quanto é importante para Deus? O quanto Ele te ama?
Todas essas Alianças foram feitas no intuito de nos resgatar, mesmo Deus sabendo da nossa incapacidade de seguir adiante. Apenas Jesus poderia cumprir tão importante Aliança, e nem a morte pode contê-lo, pois nEle não havia pecado.
Jesus venceu. Por amor de nós. E nEle somos mais que vencedores.
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