TERCEIRA PARTE PARTE.
No início da longa e tortuosa história da Humanidade, enquanto nossos ancestrais mostravam o quão mesquinhos e egoístas nós podemos nos tornar, Deus mostrava quão grande e incompreensível é o Seu Amor por nós. O Senhor nos ofereceu, por duas vezes, a oportunidade de sermos protegidos e cuidados por Ele, através de Alianças que firmara, primeiro com o Homem, Adão, e posteriormente com a família de Noé, mas ambos foram incapazes de manter essa Aliança.
Mas Deus, em Seu infinito Amor e Sua longanimidade, nos deu ainda uma nova chance.
Mais uma vez o tempo passou, e novamente a iniquidade se espalhou sobre a terra.
O Homem foi criado para andar com Deus, para ser amado por Ele e para adorá-Lo, mas na a sua iniquidade o afastou do Senhor. Porém, em seu âmago, um imenso vazio consumia a sua alma, e os homens criaram imagens de barro, pedras e madeira.
Então, aproveitando-se da necessidade e da carência do Homem, oportunista, mentiroso e corruptor que é, o inimigo de nossas almas enviou demônios para se passar por esses deuses fabricados, que os homens passaram a servir e adorar, na expectativa de que suas preces fossem ouvidas e, com o tempo, muitas culturas passaram a sacrificar animais, crianças e virgens na vã tentativa de aplacar a fúria desses deuses feitos pelas suas próprias mãos.
Então, aproveitando-se da necessidade e da carência do Homem, oportunista, mentiroso e corruptor que é, o inimigo de nossas almas enviou demônios para se passar por esses deuses fabricados, que os homens passaram a servir e adorar, na expectativa de que suas preces fossem ouvidas e, com o tempo, muitas culturas passaram a sacrificar animais, crianças e virgens na vã tentativa de aplacar a fúria desses deuses feitos pelas suas próprias mãos.
Então, vendo a direção que a Humanidade mais uma vez tomava, O Senhor escolheu um homem dentre uma nação idólatra e disse-lhe que saísse da casa de seu pai e do meio de sua parentela, e fosse para a terra que Ele o enviasse. E o homem O obedeceu. Era o seu nome Abrão, que quer dizer "Pai das Alturas".
No entanto, Abrão levou consigo seu sobrinho Ló, que fora criado como seu irmão. A mulher de Abrão, Sarai, era estéril.
Após a saída de Abrão de Ur dos caldeus, muita cosa havia acontecido, quando Deus mudou seu nome para Abraão, que significa "Pai de Multidões", e prometeu a ele que teria um filho, e que sua descendência seria como a areia do mar, e benditas seriam todas as famílias em Abraão.
Ali, Deus firmava uma nova Aliança.
Abraão teve um filho, Isaque, que gerou a Jacó, pai de José, que tornou-se governador de todo o Egito, estando ele abaixo apenas do próprio faraó.
Antes de gerar a José, Jacó, cujo significado é algo como "enganador", foi visitado por um anjo, e lutou com ele toda uma noite, dizendo que não o deixaria partir até que fosse abençoado. Então anjo perguntou seu nome, e disse que dali em diante, se chamaria Israel, pois como príncipe lutou com Deus e com os homens, e prevaleceu, depois tocou em sua coxa, deixando-o, assim, manco.
O mundo enfrentava uma seca como jamais houvera antes, e José, com a permissão de faraó, acolheu toda a casa de seu pai, Jacó, e toda a sua fazenda, todo seu gado e todos os seus servos, que passaram a habitar as terras do Egito, sob os cuidados de José.
Quatrocentos anos se passaram, e o nome e os feitos de José foram esquecidos e, como os filhos de israel se multiplicassem grandemente, o novo faraó temeu ser usurpado, e escravizou todo o povo, que clamava ao Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó.
Então deus, ouvindo o clamor do povo, levantou de seu meio a Moisés, profeta que libertou Israel da escravidão do Egito, e através de quem O Senhor renovou a Aliança feita gerações antes com Abraão.
Mas agora liberto do jugo egípcio, ao enfrentar a primeira adversidade, o povo blasfemou contra o Senhor e, posteriormente, quando moisés se ausentou para buscar a Presença de Deus e trazer as tábuas com os Dez Mandamentos, fez para si um bezerro de ouro, para servirem e adorarem como seu novo deus.
A Aliança fora mais uma vez quebrada, agora por toda uma nação, que Deus havia tomado como Sua. Em muitas outras coisas e por muito tempo pecou o povo de Israel contra o Senhor. Profetas foram levantados, alguns foram honrados pelo povo, outros foram mortos, outros mais banidos, mas pela boca desses, Deus falou, ora com amor, ora com palavras de repreensão.
A nação de Israel foi dividida, tomada, destruída, reerguida. O povo se rebelou, se arrependeu, se apartou de Deus, se arrependeu novamente.
Mas nesse tempo todo, apesar da relutância do povo em servir a Deus, Deus não os abandonou.
Através da boca dos profetas, deus falou muitas e muitas vezes, prometendo um Libertador, um Salvador.
Não importava o quanto o Homem caminhasse em direção à sua própria destruição, Deus estava sempre cuidando dele, prometendo, apesar de todas as vezes que quebrara as Alianças, salvá-lo de si mesmo.
Repetidas vezes O Senhor tentou firmar Alianças com o Homem, que, por sua vez, conseguiu quebrar uma após outra. E sem muito esforço.
Mas Deus sabe o que faz. Ele sabe de todas as coisas. Haveria ainda uma última Aliança.
No entanto, Abrão levou consigo seu sobrinho Ló, que fora criado como seu irmão. A mulher de Abrão, Sarai, era estéril.
Após a saída de Abrão de Ur dos caldeus, muita cosa havia acontecido, quando Deus mudou seu nome para Abraão, que significa "Pai de Multidões", e prometeu a ele que teria um filho, e que sua descendência seria como a areia do mar, e benditas seriam todas as famílias em Abraão.
Ali, Deus firmava uma nova Aliança.
Abraão teve um filho, Isaque, que gerou a Jacó, pai de José, que tornou-se governador de todo o Egito, estando ele abaixo apenas do próprio faraó.
Antes de gerar a José, Jacó, cujo significado é algo como "enganador", foi visitado por um anjo, e lutou com ele toda uma noite, dizendo que não o deixaria partir até que fosse abençoado. Então anjo perguntou seu nome, e disse que dali em diante, se chamaria Israel, pois como príncipe lutou com Deus e com os homens, e prevaleceu, depois tocou em sua coxa, deixando-o, assim, manco.
O mundo enfrentava uma seca como jamais houvera antes, e José, com a permissão de faraó, acolheu toda a casa de seu pai, Jacó, e toda a sua fazenda, todo seu gado e todos os seus servos, que passaram a habitar as terras do Egito, sob os cuidados de José.
Quatrocentos anos se passaram, e o nome e os feitos de José foram esquecidos e, como os filhos de israel se multiplicassem grandemente, o novo faraó temeu ser usurpado, e escravizou todo o povo, que clamava ao Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó.
Então deus, ouvindo o clamor do povo, levantou de seu meio a Moisés, profeta que libertou Israel da escravidão do Egito, e através de quem O Senhor renovou a Aliança feita gerações antes com Abraão.
Mas agora liberto do jugo egípcio, ao enfrentar a primeira adversidade, o povo blasfemou contra o Senhor e, posteriormente, quando moisés se ausentou para buscar a Presença de Deus e trazer as tábuas com os Dez Mandamentos, fez para si um bezerro de ouro, para servirem e adorarem como seu novo deus.
A Aliança fora mais uma vez quebrada, agora por toda uma nação, que Deus havia tomado como Sua. Em muitas outras coisas e por muito tempo pecou o povo de Israel contra o Senhor. Profetas foram levantados, alguns foram honrados pelo povo, outros foram mortos, outros mais banidos, mas pela boca desses, Deus falou, ora com amor, ora com palavras de repreensão.
A nação de Israel foi dividida, tomada, destruída, reerguida. O povo se rebelou, se arrependeu, se apartou de Deus, se arrependeu novamente.
Mas nesse tempo todo, apesar da relutância do povo em servir a Deus, Deus não os abandonou.
Através da boca dos profetas, deus falou muitas e muitas vezes, prometendo um Libertador, um Salvador.
Não importava o quanto o Homem caminhasse em direção à sua própria destruição, Deus estava sempre cuidando dele, prometendo, apesar de todas as vezes que quebrara as Alianças, salvá-lo de si mesmo.
Repetidas vezes O Senhor tentou firmar Alianças com o Homem, que, por sua vez, conseguiu quebrar uma após outra. E sem muito esforço.
Mas Deus sabe o que faz. Ele sabe de todas as coisas. Haveria ainda uma última Aliança.
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